Um início marcado por problemas empresariais
A West Lothian Oil Company Ltd. foi criada em 1883 para construir uma fábrica de óleo bruto em Deans.
A primeira empresa fracassou; a segunda reconstruiu Deans e integrou a planta à rede industrial de Pumpherston.
O objetivo era abastecer uma refinaria já existente em Braehead, perto de Fauldhouse. A empresa, porém, acumulou problemas de gestão, equipamento e desempenho financeiro.
Retortas defeituosas e grandes perdas
Discussões entre acionistas registraram críticas a administração inadequada, retortas defeituosas e decisões questionáveis dos diretores.
Quando a companhia fracassou em 1891, o liquidante registrou grandes gastos com poços, máquinas e equipamentos que não haviam produzido retorno suficiente.
Pumpherston assume o local
Depois de um período de abandono, o terreno e os direitos minerais foram adquiridos pela Pumpherston Oil Company Ltd..
A nova proprietária construiu outra fábrica de óleo bruto e abriu minas ao sul e a leste, incluindo Deans No. 3, No. 4, No. 5, No. 6 e No. 7.
Óleo bruto enviado para refino
A nova Deans não operava como refinaria completa.
O óleo bruto seguia para Pumpherston, onde era processado. Isso colocava Deans dentro de uma rede de plantas especializadas, com retortagem distribuída e refino centralizado.
Uma nova vila em Livingston Station
A companhia construiu uma vila substancial em Livingston Station para abrigar a força de trabalho.
A eletricidade para as moradias vinha da própria fábrica, mostrando como a infraestrutura industrial também atendia funções residenciais.
Casa de força e caldeiras
Registros fotográficos preservados mostram o interior da casa de força, incluindo um gerador Siemens, além de caldeiras Stirling com alimentação automática.
Esses equipamentos forneciam energia para os serviços da fábrica e ajudam a explicar a capacidade de Deans operar como complexo relativamente autônomo.
Banhos para os trabalhadores
Em 1937, a Scottish Oils inaugurou um conjunto de banhos para os trabalhadores.
A instalação tinha mais de 200 armários, chuveiros com água quente e fria, máquinas para limpeza de botas, cantina e sala de primeiros socorros. Era uma resposta direta às condições de trabalho em minas e fábricas de óleo.
Fim da produção e uso militar
A produção continuou até aproximadamente 1948. A maior parte do complexo industrial foi então removida, embora alguns edifícios tenham sobrevivido por mais tempo.
No início da década de 1950, o terreno passou para os Royal Engineers, que construíram galpões metálicos de armazenamento. Décadas depois, parte do bing foi removida e o material usado em obras da rodovia M8.